O novo paradigma emergente da gestão pública (teorias da governação) coloca a gestão centrada na problemática dos recursos humanos. As pessoas são efectivamente o factor estratégico das organizações públicas. As actividades de gestão de recursos humanos (GRH) possuem um impacto muito significativo no desempenho e na realização (performance) individual e, por conseguinte, na produtividade e na realização global de qualquer organização pública.

Os novos tempos exigem também novos objectivos estratégicos de gestão nas organizações públicas.

Na administração pública em geral

As fragilidades recorrentes integram falhas nas seguintes áreas:

  • Foco da organização no servir os cidadãos/munícipes através dos seus funcionários

  • Uma administração amiga dos cidadãos, contribuintes e empresários

  • Análise do valor social da produção de serviços do organismo, reengenharia de processos e da estrutura técnica de suporte. Orçamento de base zero

  • Aproveitamento da capacidade e potencial das pessoas

  • Orientação para a qualidade de serviço

  • Integração da política de gestão de recursos humanos com as políticas públicas

  • Cultura de serviço público

  • Ambiente de trabalho onde a criatividade e a inovação são evidenciadas

  • Integração de serviços inter-administração pública e partilha e integração de dados

Na administração local

As exigências da sociedade do conhecimento actualmente vão muito à frente do modelo organizacional existente. Há um desfasamento entre o que as populações querem e devem ter e o modelo organizativo destinado a prestar tais serviços.

Neste “gap”, há que proceder à reinvenção das autarquias locais e em particular do Município. O seu modelo organizacional tem de atender a:

  • Posicionar a estratégia económico e social da autarquia no contexto nacional e europeu. Modelo de projecção e afirmação regional.

    • seleccionar estrategicamente as áreas de intervenção;

    • saber atrair pessoas e capital estrangeiro e nacional para o seu território;

    • focalizar a actividade na qualidade de vida dos munícipes e num futuro sustentável;

    • >fazer da qualidade e da inovação, a pedra de toque da diferença.

  • Mobilizar a estrutura para o posicionamento estratégico

    • encorajar os funcionários mais capazes e atrair os bons quadros para trabalharem no seu seio;

    • mobilizar os actores locais para a parceria e a cooperação;

    • concentrar-se no que é a sua missão abandonando as actividades que não se liguem directamente a esta;

    • adoptar um estilo de gestão em rede, menos hierárquico;

    • revitalizara organização de dentro para fora;

    • reduzir custos e aumentar a qualidade;

    • tirar o maior e melhor partido das tecnologias da informação;

    • comunicação interna e desmaterialização documental;

    • plataformas electrónicas, integração de serviços e processos (internos e externos) e interacçãoelectrónica com o munícipe;

    • marketing autárquico.

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